terça-feira, 1 de maio de 2012

É nos dias chuvosos, frios e cinzentos, onde a alegria parece
difícil de encontrar, que o calor do teu olhar chegava para 
me alegrar... Entre uma e outra música deprimente, sinto
o aconchego do teu abraço que me não chega, pela distância
que nos impusemos!! Aqui, com um copo de vinho tinto, à
lareira recordo-me de todos os dias que perdi contigo,
em situações semelhantes, era como quem dava a volta
ao mundo, sentado nas palavras que ias proferindo à
medida que o calor do vinho nos subia à alma e sem 
sair daqui maravilhava-me com a tua facilidade de nos 
fazer viajar... Agora, as viagens são mais pequenas, 
viajo dentro de mim, à procura de uma solução para o 
nós que não se prolongou como tanto esperávamos...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...