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Mensagens

A mostrar mensagens de Dezembro, 2011
E era assim, caminhavam sempre juntos, de mãos dadas,
nada os conseguia separar, dizia-se... A cumplicidade
entre os dois assustava aqueles que lhes chegavam mais
perto, com uma simples troca de olhares descreviam
tudo o que sentiam, e nós, nós por vezes nem com todas
as palavras do mundo conseguíamos descrever o que
sentíamos... Mas não temos de andar sempre de mãos dadas...
O espaço acaba por se tornar importante, e não há espaço
entre duas mãos dadas, talvez um dia se se separarem
não se voltem a juntar, e é talvez esse medo que os
obriga a andarem sempre juntos... E foram felizes...
Teriam sido? Ou será que nunca quiseram muito?!

A magia fugiu

E porque há uma altura em que acabamos por descobrir
que a magia, não mais é que a nossa capacidade de
imaginar de forma fantástica o que realmente acontece,
este Natal dei conta que já não é igual e ninguém me
venha dizer que é por causa da crise, porque o afecto
entre as pessoas não e demonstrado de forma tão
efusiva... Não, não tem nada a ver com isso, este ano,
este ano não recebi nem sequer um par de meias, nem um!!
E para aqueles que acham que não chega, acho que também
não recebi boxers, é o fim, o fim de toda a magia.

A todos vós

‎"Quando recordamos os Natais passados, normalmente, descobrimos que foram as coisas mais simples e não as ocasioes grandiosas que nos ofereceram o maior brilho de felicidade" Feliz Natal

Até um dia

Da mesma forma que um recipiente furado vai perdendo o seu conteúdo, eu vou perdendo a capacidade de acreditar… Não o faço com propósito, deliberadamente, mas torna-se inevitável manter a mesma capacidade de acreditar que vai ser diferente. E assim, assim esperemos que antes de perder todo o “conteúdo”, a confiança valha a pena… Se não acontecer, recipientes há muitos, conteúdos, esperemos que voltem a aparecer.
Enquanto uns se deitam com o objectivo de adormecer,
outros levantam-se ainda a dormir e assim ficam até
se voltarem a deitar. Durmam muito, cheguem tarde,
mas os poucos "momentos" que passam acordados vivam-nos.
Olho para ti como se nunca te tivesse conhecido
e acabo a perguntar-me quando é que cresceste
tanto... Quando é que decidiste ser uma mulher
responsavel, quando é que deixaste de ser aquela
menina que apesar de tudo saltetava por aí, livre.

Do dito pelo nao dito

Daqui, do sitio onde nos sentamos a analisar as nossas opçoes, de onde nos sentamos a lamentar ter arriscado tão pouco, aqui sentados, damos conta e ponderamos o que teria sido se tivessemos feito diferente. Aqui sentados... Mas quando as coisas são feitas fora deste lugar seguro parecem muito mais dificeis... E nessa altura sentimos que nem sequer deviamos ter arriscado tanto, sentimos que deviamos ter dito outra coisa... Digo eu.

Há 200 anos dizia-se...