segunda-feira, 16 de abril de 2012

Tu, que te olhas ao espelho, não passas do reflexo da opinião dos outros, não passas da figura que construíste, és inconscientemente o fruto do que querias ser, do que querias que os outros te achassem. Consciente ou inconscientemente querias ser vista pelos outros dessa forma, e foste agindo para que assim fosses vista. Agora, inconscientemente, continuas a fazer o que sempre fizeste, digamos que já te é uma característica. Sem querer convenceste toda a gente de que eras assim e se calhar és. Ou então não passas do que não és afinal, poderás eventualmente ter-te
enganado a ti próprio quando quiseste dizer aos outros o que não és. Acabas por manipular as pessoas e iludir-te de que és tu e não és. E ficas com essa falsa sensação de que és livre, quando até do teu próprio pensamento és escravo...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...