domingo, 29 de abril de 2012

Nos restos de dia, acabo por pensar no porquê de existirem.
Passamos o dia a correr e no fim sobra vida, sobra tempo,
é quase como quem bebe uma garrafa de água de uma vez
e passa o resto da viagem com sede. Acabamos por ficar à
espera de mais alguma coisa, sempre... Temos sede de
viver e vivemos tão depressa que no fim resta-nos pouca
energia para continuar a viver... E assim nos vamos destruindo,
sem nos darmos conta, sem nos abrandarmos, sem vivermos.

E a realidade cansa-te, desorienta-te e não te encontra...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...