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Uma pausa

E eu saio, porque tenho de sair, porque escrever
salva-me e eu tenho de me perder, perder-me
de mim, encontrar quem me tentou não esconder.
Não que prometa voltar, mas prometo encontrar-me.

Até já... E se me encontrar, um breve até logo!

Comentários

  1. Estou em crer que será mais ficção ;) Algo me diz que vou ficar por cá... Beijinho

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  2. Ontem fiquei aqui parada e tinha a sensação de te ter escrito alguma coisa, mas só agora me apercebo que não o fiz. Porém, hoje dei por mimm a pensar que estamos no mês do teu nascimento, portanto só te darei os parabéns quando ele acabar para não correr os risco de o fazer antes do tempo! LOL :))Eu sou uma nómada em constante mudança, mas nunca deixei para trás o meu blogue que é a única "casa" que está sempre na mesma morada. Pode ser que dê para pensar (isto), ou então talvez nem me tenha feito entender. :)

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  3. Olá Eli ;) Podes estar descansada, já fiz portanto ainda vais a tempo de não vir tarde :p Sim, eu percebi o que quiseste dizer... E este será sempre um sítio nosso, voltaremos e estará tudo no mesmo sítio, com a vantagem de perceber quem éramos noutra altura qualquer ;) Beijinho

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  4. Será que conseguirei perceber que era noutra altura qualquer?! Por acaso fizeste-me pensar nisso agora... Mesmo nos raros momentos que circulei pelo meu blogue à procura de algo, encontrei-me, mesmo que numa versão quase distorcida de mim.

    Parabéns atempados e obrigada por me teres respondido. :)

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  5. Somos sempre nós... A qualquer lado que te fores procurar, estará lá sempre um pouco de ti ;) E isso é bom, quer dizer que nunca perdeste a identidade, o que te diferencia... *

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  6. por vezes é necessário perder-se de nós, para renascermos outra vez....

    :)

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Morreste-me ali amor... Sei que ainda respiras... Mal, mas respiras... Sei que ainda aí vives... Mas sei que te perdi ali algures onde a vida vira... Fomos tantas e tantas vezes ao limite do ser que nos perdemos para lá do ir... Fomos longe demais procurar o que tínhamos mesmo à mão de ser... Quisemos ser tudo... Quisemos viver tudo, quisemos ter a certeza... E com a certeza de que o amanhã é incerto, guiamo-nos pela incerteza... Perdidos por ali... Fomos morrendo...
Agora, agora vais-me a enterrar quando não restar nada... Quando formos só uma imagem do ontem, um sonho enterrado vivo e morto à nascença... Morremos ali... Aonde a vida vai e nos ficamos... Vamos a enterrar, sozinhos de nós...

De: Helena Coutinho

"Aqui jaz um corpo que esculpiu palavras.
Aqui jaz o sorriso de quem ousou querer o mundo dos imortais;
os cabelos onde borboletas passeavam liberdade
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Aqui repousa a alma da que jamais descansou de sentir tudo,
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Aqui ecoará, para sempre, um querer, infinito, de poeta.
Aqui perdurará o tempo que a vida não me deixou escrever."

Shakespeare

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