sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Querido Pai Natal, sei que não falei contigo durante muitos anos. Não é que tenha deixado de acreditar em ti... Não, lembrava-me sempre de ti quando abria as prendas... E lembrava-me, ah aquele grande estupor não me trouxe o que eu queria, eu que o apanhe... E durante muito tempo evitei dirigir-me a ti, até pela tua segurança, estive capaz de te dar um tiro se no Natal de 1996 me tivesses dado a arma que te pedi. Bom, mas à frente, optei por pedir aos meus pais que lá me iam dando o que eu queria... Mas este ano tudo vai ser diferente... Algo me diz que os meus pais e familiares não me vão dar o que eu quero... Por isso, este ano, peço-te a arma que me não deste naquele Natal para dar um tiro naquele Filho da **** que nos chama piegas e nos rouba o dinheiro todo de maneiras que muitas crianças este ano se vão limitar a encontrar, em vez do Action man e das playstations uma carta da Segurança social para repor os abonos indevidamente pagos...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...