quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Lembro-me como se não fosse há muito tempo, entretanto já nos reconstruimos dessa estranha noite, na qual, por momentos, tivemos os pés bem assentes na terra. Fizemos promessas que o vento não tardou a levar, promessas daquilo que afinal não foi. Nessa noite quente que se foi tornando gelada pelas palavras, onde nos atacamos mutuamente, ficam-me apenas estas... Só que para um dia percebas o quão importante foi para mim tudo o que foi dito nessa tórrida noite por ti gelada... "Tá um frio do caralho, vamos para o carro?" Vês, às vezes uma opinião sensata acaba com aquele que poderia ser o drama de uma vida inteira...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...