Avançar para o conteúdo principal

Os cortes

Ando completamente sem vontade de vir aqui,
com isto dos corte e não sei quê levei um
corte de 50% na criatividade, iniciativa e
inspiração. Se antes as coisas nao ficavam
muito bonitas, agora ainda há-de ser pior.
No fim da crise tento voltar, ou então pode
ser que consiga contornar este corte e fazer
alguma coisa... Até lá!!

Comentários

  1. De link em link acabei aqui... E fui conquistada por esta frase: "Nasci 2 meses antes de Novembro, o que levou desde logo as pessoas a olharem-me com uma certa desconfiança." Foi o bastante para me fazer sorrir e ficar. Depois gostei do resto.

    Para já fico e depois logo se vê. Só porque nasci no mês seguinte ao teu :p

    ResponderEliminar
  2. Por mim podes ficar, mas depois com toda a certeza passarão a olhar para ti com um certo receio do que isso possa significar=p

    ResponderEliminar
  3. E vais desaproveitar a crise? Que momentos mais valiosos esperas tu encontrar? É entre a espada e parede que um homem (ou mulher!)pode realmente dizer o que pensa! Não desperdices isso, homem! Bota cá para fora! Diz o que realmente sentes, como se pela manhã já cá não estivesses. Pode haver quem sinta o mesmo! Com que massa encefálica pensas tu que os génios que tu admiras se lançaram ao mundo? A mesma que nós! Eles só disseram aquilo em que toda acreditava, quando ninguém tinha coragem para o dizer! Diz, caralho! Se te estão a foder e tu não estás a gostar, sacode-te! Não simules é um orgasmo!

    ResponderEliminar
  4. Em tempos de crise no desaproveitar é que está o ganho, não vês os senhores politicos?? Eu para agora tou bem, vou optar por simular o orgasmo e quando for a altura certa deixo as simulaçoes e com toda a coragem enfrento o que por ai virá!!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Soltamos das paredes da imaginação o quadros com os sonhos... Caminhamos por caminhos que nunca tinham sido nossos... Deixamos quem éramos lá atrás e retocamos os quatros ainda há pouco desprendidos. Entorpecidos pelo amor, caminhamos enquanto pintamos, sonhamos enquanto caminhamos, construímos enquanto destruímos. Depois de soltos os sonhos, acabam por se prender em quem amamos. Ali, em quem amamos, residem agora os quadros dos nossos sonhos, as paredes da nossa imaginação, os limites da nossa existência. Ali, ali fica tudo o que já fomos e tudo o que gostaríamos de ter sido. Ali, como quem troca para uma casa maior e mais bonita, procuramos uma parede mais perfeita onde possamos decorar a vida.

Mas, quando por alguma razão o amor nos falha e a vida nos ludibria, deixamos de ser quem já fomos. Há muito deixamos aquelas paredes velhas. E há muito que os sonhos que um dia soltamos das paredes já não são os mesmos. Quando o amor nos falha por qualquer razão voltamos sem sonhos, pelo men…

Shakespeare

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendesque amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em vão. Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas …
Morreste-me ali amor... Sei que ainda respiras... Mal, mas respiras... Sei que ainda aí vives... Mas sei que te perdi ali algures onde a vida vira... Fomos tantas e tantas vezes ao limite do ser que nos perdemos para lá do ir... Fomos longe demais procurar o que tínhamos mesmo à mão de ser... Quisemos ser tudo... Quisemos viver tudo, quisemos ter a certeza... E com a certeza de que o amanhã é incerto, guiamo-nos pela incerteza... Perdidos por ali... Fomos morrendo...
Agora, agora vais-me a enterrar quando não restar nada... Quando formos só uma imagem do ontem, um sonho enterrado vivo e morto à nascença... Morremos ali... Aonde a vida vai e nos ficamos... Vamos a enterrar, sozinhos de nós...