terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Escrito na montra



Saidas tardias dos bares no Porto,
passagens inteligentes perto de um alfarrabista,
na qual se deixa uma mensagem do
"anónimo" Jaime Gil...
Aquelas noites...

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...