segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

E ali estava, longe de "a quem" queria pertencer, longe de ser quem queria ser... Aquele sítio que sempre fora seu perdia força, perdia sentido... Sentia vontade de segurar o tempo que lhe fugia por entre o coração, sentia vontade de controlar o tempo de trás, de dizer o que jamais seria dito... Perdia-se em si, perdia-se de onde não era por não ser de lá... E assim, perdido de si, perdido em si dos outros gritava o que ninguém conseguia ou poderia ouvir... Todos o julgaram mudo, todos o julgaram perdido e ninguém era capaz de o ouvir... Nada era o que sentia dizer, e inaudível todo ele ficou para sempre.

4 comentários:

  1. Tem alguns erros, é melhor corrigir.
    Gosto de passar por aqui.
    Obg.

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  2. Olá, boa tarde...
    Tem alguns erros, sim, foi escrito no telemóvel quase a adormecer...
    Obg.

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  3. E eu tenho para mim que se os erros fazem parte da vida, também deviam fazer parte da escrita! ;)

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  4. Sorri!
    Escrevo com alguns erros.
    Não tenho corrector ortográfico.

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Às vezes dá aquela vontade muito miudinha de desaparecer... Desaparecer porque nos resta nada... Não há esperança, não há mais caminhos, não...