Avançar para o conteúdo principal

Pardon me


Pardon me while I burst
Pardon me while I burst

A decade ago
I never thought I would be at twenty-three
On the verge of spontaneous combustion who-is-me
But I guess that it comes with the territory

An ominous landscape of never-ending calamity
I need you to hear, I need you to see
That I have had all I can take and
Exploding seems like a definate possibility to me

So pardon me while I burst into flames
I've had enough of the world and it's people's mindless games
So pardon me while I burn and rise above the flame
Pardon me, pardon me, I'll never be the same

Now two days ago
I was having a look in a book and I saw a picture
Of a guy fried up above his knees
I said, I can relate 'cause lately
I've been thinking of combustication

As a welcome vacation
From the burdens of the planet Earth
Like gravity, hypocresy
And the perils of being in 3-D
But thinking so much differently

Pardon me while I burst into flames
I've had enough of the world and it's people's mindless games
So pardon me while I burn and rise above the flame
Pardon me, pardon me, I'll never be the same

Never be the same, yeah

Pardon me while I burst into flames
Pardon me, pardon me, pardon me

So pardon me while I burst into flames
I've had enough of the world and it's people's mindless games
So pardon me while I burn and rise above the flame
Pardon me, pardon me, I'll never be the same

Pardon me
Never be the same, yeah

Comentários

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Soltamos das paredes da imaginação o quadros com os sonhos... Caminhamos por caminhos que nunca tinham sido nossos... Deixamos quem éramos lá atrás e retocamos os quatros ainda há pouco desprendidos. Entorpecidos pelo amor, caminhamos enquanto pintamos, sonhamos enquanto caminhamos, construímos enquanto destruímos. Depois de soltos os sonhos, acabam por se prender em quem amamos. Ali, em quem amamos, residem agora os quadros dos nossos sonhos, as paredes da nossa imaginação, os limites da nossa existência. Ali, ali fica tudo o que já fomos e tudo o que gostaríamos de ter sido. Ali, como quem troca para uma casa maior e mais bonita, procuramos uma parede mais perfeita onde possamos decorar a vida.

Mas, quando por alguma razão o amor nos falha e a vida nos ludibria, deixamos de ser quem já fomos. Há muito deixamos aquelas paredes velhas. E há muito que os sonhos que um dia soltamos das paredes já não são os mesmos. Quando o amor nos falha por qualquer razão voltamos sem sonhos, pelo men…

Shakespeare

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendesque amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em vão. Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas …
Morreste-me ali amor... Sei que ainda respiras... Mal, mas respiras... Sei que ainda aí vives... Mas sei que te perdi ali algures onde a vida vira... Fomos tantas e tantas vezes ao limite do ser que nos perdemos para lá do ir... Fomos longe demais procurar o que tínhamos mesmo à mão de ser... Quisemos ser tudo... Quisemos viver tudo, quisemos ter a certeza... E com a certeza de que o amanhã é incerto, guiamo-nos pela incerteza... Perdidos por ali... Fomos morrendo...
Agora, agora vais-me a enterrar quando não restar nada... Quando formos só uma imagem do ontem, um sonho enterrado vivo e morto à nascença... Morremos ali... Aonde a vida vai e nos ficamos... Vamos a enterrar, sozinhos de nós...